* Entrega do trabalho durante a primeira semana de Junho;
*Trabalho manuscrito em folha de papel almaço;
*NÃO deve ter capa;
* Cabeçalho com nome da escola, dos alunos, data e nome do professor
*Título: Trabalho complementar de Literatura
* Trabalho em dupla;
* Valor: até dois pontos NA MÉDIA;
Atenção: a desobediência às regras do trabalho acarretará em anulação da tarefa e dos pontos.
Bom trabalho!!!
Prof. Marcos Lemos.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Questões - Romantismo
01. Cite o autor, a obra e o ano que iniciam o Romantismo no Brasil.
02. Cite três romances urbanos escritos por José de Alencar.
03. Quem é o autor de A moreninha? Cite as características físicas e psicológicas da personagem principal.
04. Quem é o autor de Noites na taverna? Quais as características desta obra?
05. Apresente um poema contido em Lira dos vinte anos.
06. Quem é o autor de Inocência? Quais as características desta obra?
07. Quem foi Casimiro de Abreu? Cite uma obra do autor.
08. Quem foi Fagundes Varela? Apresente um poema deste autor.
09. O que é condoreirismo?
10. Que poeta ficou conhecido, entre outros motivos, por apresentar o sofrimento dos negros escravos no Brasil? Cite um trecho poético que aborda esta temática.
02. Cite três romances urbanos escritos por José de Alencar.
03. Quem é o autor de A moreninha? Cite as características físicas e psicológicas da personagem principal.
04. Quem é o autor de Noites na taverna? Quais as características desta obra?
05. Apresente um poema contido em Lira dos vinte anos.
06. Quem é o autor de Inocência? Quais as características desta obra?
07. Quem foi Casimiro de Abreu? Cite uma obra do autor.
08. Quem foi Fagundes Varela? Apresente um poema deste autor.
09. O que é condoreirismo?
10. Que poeta ficou conhecido, entre outros motivos, por apresentar o sofrimento dos negros escravos no Brasil? Cite um trecho poético que aborda esta temática.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Melhores Alunos de Português 2008
1º A:
Ana Maria
Camila Ignácio
Nataly Casagrande
1º B:
Bábara (Barbarela)
Bruna (Brunela)
Daiane (ajudante/secretária)
1º C:
Vanessa Serra
Guilherme
Bruna
1º D:
Ludmila
Ana Paula (a quietinha)
Desculpe-me não lembrar o sobrenome de vocês!
A todos vocês boas e merecidas férias, pois vocês que realmente estudaram com afinco e se dedicaram com seriedade nas nossas aulas merecem descanso!!!
Desejo que vocês se divirtam muito nestas férias, descansem, cuidem-se e retornem para um ano letivo de mais sucesso ainda que o de 2008.
Um grande abraço,
Profº Marcos Lemos.
Ana Maria
Camila Ignácio
Nataly Casagrande
1º B:
Bábara (Barbarela)
Bruna (Brunela)
Daiane (ajudante/secretária)
1º C:
Vanessa Serra
Guilherme
Bruna
1º D:
Ludmila
Ana Paula (a quietinha)
Desculpe-me não lembrar o sobrenome de vocês!
A todos vocês boas e merecidas férias, pois vocês que realmente estudaram com afinco e se dedicaram com seriedade nas nossas aulas merecem descanso!!!
Desejo que vocês se divirtam muito nestas férias, descansem, cuidem-se e retornem para um ano letivo de mais sucesso ainda que o de 2008.
Um grande abraço,
Profº Marcos Lemos.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Adjetivos
Adjetivo é a palavra variável que designa uma especificação ao substantivo, caracterizando-o.
Os adjetivos podem ser classificados em:
1. primitivos: radicais que por si mesmos apontam qualidades.
Ex: claro, triste, grande, vermelho.
2. derivados: são formados a partir de outros radicais.
Ex: infeliz, azulado.
3. simples: apresentam um único radical em sua estrutura.
Ex: apavorado, feliz.
4. compostos: apresentam pelo menos dois radicais em sua estrutura.
Ex: ítalo-brasileiro, socioeconômico.
São os adjetivos referentes a países, estados, regiões, cidades ou localidades. Ex: brasileiro, goiano, carioca, acreano, capixaba.
Os adjetivos apresentam flexões de gênero, número e grau.
1.Flexão de gênero
Os adjetivos assumem o gênero do substantivo do qual se referem.
Ex: Uma mulher formosa
um homem formoso
Uma professora ativa
um professor ativo
2. Flexão de gênero
Os adjetivos podem ser uniformes e biformes.
a) adjetivos biformes: apresentam uma forma para o gênero feminino e outra para o masculino. As formas do feminino são marcadas pelo acréscimo do sufixo –a ao radical
Ex: o homem honesto = a mulher honesta
o produtor inglês = a produtora inglesa.
b) adjetivos uniformes: possuem uma única forma para o masculino e o feminino
Ex: pássaro frágil – ave frágil,
escritor ruim – escritora ruim.
3. Flexão de número
Os adjetivos concordam em número com os substantivos que modificam, assumem a forma singular e plural.
Ex: político corrupto – políticos corruptos
salário digno – salários dignos.
Observação: adjetivos compostos merecem maior atenção na formação de plural
a) Nos adjetivos compostos formados por dois adjetivos, apenas o segundo elemento vai para o plural
Ex: clínica médico-dentária= clínica médico-dentárias.
b) Os adjetivos compostos em que o segundo elemento é um substantivo são invariáveis também em número
Ex: recipiente verde-mar - recipientes verde-mar
tinta amarelo-canário – tintas amarelo-canário.
Os adjetivos podem ser classificados em:
1. primitivos: radicais que por si mesmos apontam qualidades.
Ex: claro, triste, grande, vermelho.
2. derivados: são formados a partir de outros radicais.
Ex: infeliz, azulado.
3. simples: apresentam um único radical em sua estrutura.
Ex: apavorado, feliz.
4. compostos: apresentam pelo menos dois radicais em sua estrutura.
Ex: ítalo-brasileiro, socioeconômico.
Adjetivos pátrios
São os adjetivos referentes a países, estados, regiões, cidades ou localidades. Ex: brasileiro, goiano, carioca, acreano, capixaba.
Flexões dos adjetivos
Os adjetivos apresentam flexões de gênero, número e grau.
1.Flexão de gênero
Os adjetivos assumem o gênero do substantivo do qual se referem.
Ex: Uma mulher formosa
um homem formoso
Uma professora ativa
um professor ativo
2. Flexão de gênero
Os adjetivos podem ser uniformes e biformes.
a) adjetivos biformes: apresentam uma forma para o gênero feminino e outra para o masculino. As formas do feminino são marcadas pelo acréscimo do sufixo –a ao radical
Ex: o homem honesto = a mulher honesta
o produtor inglês = a produtora inglesa.
b) adjetivos uniformes: possuem uma única forma para o masculino e o feminino
Ex: pássaro frágil – ave frágil,
escritor ruim – escritora ruim.
3. Flexão de número
Os adjetivos concordam em número com os substantivos que modificam, assumem a forma singular e plural.
Ex: político corrupto – políticos corruptos
salário digno – salários dignos.
Observação: adjetivos compostos merecem maior atenção na formação de plural
a) Nos adjetivos compostos formados por dois adjetivos, apenas o segundo elemento vai para o plural
Ex: clínica médico-dentária= clínica médico-dentárias.
b) Os adjetivos compostos em que o segundo elemento é um substantivo são invariáveis também em número
Ex: recipiente verde-mar - recipientes verde-mar
tinta amarelo-canário – tintas amarelo-canário.
Adjetivos
Adjetivo é uma classe de palavras variável e que, portanto, se flexiona em gênero, número e grau.
O adjetivo tem como principal característica atribuir uma qualidade a um nome (substantivo).
Ex.: O menino feliz chegou. (feliz = qualidade(adjetivo) de menino (substantivo).
O adjetivo tem como principal característica atribuir uma qualidade a um nome (substantivo).
Ex.: O menino feliz chegou. (feliz = qualidade(adjetivo) de menino (substantivo).
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Gregório de Matos
(1636-1695 )
Antologia Poética
Biografia
Foi tão tumultuada a vida do poeta baiano que um biógrafo chamou-a de “vida espantosa”.
Como filho de senhor de engenho, Gregório pôde estudar em Portugal,para onde se mudou aos 14 anos de idade. Lá passou 32 anos, prósperos e tranqüilos.
Retornou ao Brasil, em 1682, nomeado para funções na burocracia eclesiástica da Sé da Bahia. Durou pouco no cargo, do qual foi destituído em 1683. Iniciou-se, então, a última fase de sua vida. O casamento com Maria dos Povos, a quem dedicou belíssimos sonetos, não impediu a decadência, social e profissional, do Dr. Gregório. Ficou famoso em suas andanças e pândegas pelos engenhos do Recôncavo.
Mais famosas ainda eram suas sátiras. Talvez por causa delas, foi deportado para Angola, em 1694. Pôde retornar ao Brasil, no ano seguinte, mas para o Recife, onde morreu aos 59 anos de idade.
Gregório de Matos Guerra ficou conhecido na história da literatura como o Boca do Inferno, por causa de suas sátiras e de sua poesia. Mas sendo um autor barroco e, portanto surpreendente e contraditório, esse mesmo Boca do Inferno também disse coisas belíssimas sobre o amor, como nesse soneto que você acabou de ler.
Comentário
Podemos incluir o soneto de Gregório de Matos na tendência conceptista do Barroco, graças ao engenhoso desenvolvimento de uma única imagem, a da mariposa atraída pela chama que deverá matá-la. O sujeito lírico desdobra a comparação entre a sua situação e a da mariposa, explorando as semelhanças, para, na última estrofe, ponto culminante do soneto, estabelecer a grande diferença: seu sacrifício é mais terrível do que o dela, por que inútil.
Nosso poeta baiano merece que lhe dediquemos uma atenção especial.
Para muitos historiadores, ele é o iniciador da literatura brasileira. Mas é interessante observar ar que permaneceu inédito até meados do século XIX. Sua produção poética sobreviveu, até então, em livros manuscritos, colecionada por admiradores. As duas tentativas de publicação completa - por sinal, muito insatisfatórias - ocorreram já no nosso século XX: a edição da Academia Brasileira de Letras, em 6 volumes (1923-1933), e a edição de James Amado, em 7 volumes (1968).
Gregório recebeu influências tanto do Cultismo de Góngora quanto do Conceptismo de Quevedo. Seu espírito profundamente barroco pode ser percebido na contraditória diversidade dos temas que desenvolveu em sua obra:
a. poesia sacra (temática religiosa)
b. lírica amorosa
c. poesia satírica
(1636-1695 )
Antologia Poética
Biografia
Foi tão tumultuada a vida do poeta baiano que um biógrafo chamou-a de “vida espantosa”.
Como filho de senhor de engenho, Gregório pôde estudar em Portugal,para onde se mudou aos 14 anos de idade. Lá passou 32 anos, prósperos e tranqüilos.
Retornou ao Brasil, em 1682, nomeado para funções na burocracia eclesiástica da Sé da Bahia. Durou pouco no cargo, do qual foi destituído em 1683. Iniciou-se, então, a última fase de sua vida. O casamento com Maria dos Povos, a quem dedicou belíssimos sonetos, não impediu a decadência, social e profissional, do Dr. Gregório. Ficou famoso em suas andanças e pândegas pelos engenhos do Recôncavo.
Mais famosas ainda eram suas sátiras. Talvez por causa delas, foi deportado para Angola, em 1694. Pôde retornar ao Brasil, no ano seguinte, mas para o Recife, onde morreu aos 59 anos de idade.
Gregório de Matos Guerra ficou conhecido na história da literatura como o Boca do Inferno, por causa de suas sátiras e de sua poesia. Mas sendo um autor barroco e, portanto surpreendente e contraditório, esse mesmo Boca do Inferno também disse coisas belíssimas sobre o amor, como nesse soneto que você acabou de ler.
Comentário
Podemos incluir o soneto de Gregório de Matos na tendência conceptista do Barroco, graças ao engenhoso desenvolvimento de uma única imagem, a da mariposa atraída pela chama que deverá matá-la. O sujeito lírico desdobra a comparação entre a sua situação e a da mariposa, explorando as semelhanças, para, na última estrofe, ponto culminante do soneto, estabelecer a grande diferença: seu sacrifício é mais terrível do que o dela, por que inútil.
Nosso poeta baiano merece que lhe dediquemos uma atenção especial.
Para muitos historiadores, ele é o iniciador da literatura brasileira. Mas é interessante observar ar que permaneceu inédito até meados do século XIX. Sua produção poética sobreviveu, até então, em livros manuscritos, colecionada por admiradores. As duas tentativas de publicação completa - por sinal, muito insatisfatórias - ocorreram já no nosso século XX: a edição da Academia Brasileira de Letras, em 6 volumes (1923-1933), e a edição de James Amado, em 7 volumes (1968).
Gregório recebeu influências tanto do Cultismo de Góngora quanto do Conceptismo de Quevedo. Seu espírito profundamente barroco pode ser percebido na contraditória diversidade dos temas que desenvolveu em sua obra:
a. poesia sacra (temática religiosa)
b. lírica amorosa
c. poesia satírica
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